Antes de ontem entrevistou uma escultora da chamada nova geração: Joana Vasconcelos. Não conhecia a Joana mas conhecia-lhe algumas das peças. Peças de repetição até à exuastão. Espanadores, comprimidos, tampões e gravatas a multiplicar por milhares arrumados numa forma conhecida. Acho graça e reconheço originalidade. Não concordo com os extremos amor ódio sobre as peças. Gosto delas.
O lustre é é de tampões, o sofá de tabletes de aspirina, a baliza é impossível e os direitos são necessáriamente da autora.
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