terça-feira, março 17, 2009
A subir de mansinho
Foi bonita a festa pá, um sábado de feição a patinar, e o sol no abano até me esqueceo gelo da água como que a querer estalar-me os ossos. A segunda veio como que por bem, e no fim de tarde se fez canção ou artigo de jornal brutal (quem disse que a dor da gente não sai no jornal?) A terça aos tropeções mas sempre de olho nos sabores de casa. Há semanas assim, com sorrisos. Há semanas de derivada positiva. Há sempre coisas bonitas no fundo da minha rua que me esperam.
domingo, março 15, 2009
Pedaço de alma
Não é nada por causa das crianças, é quando as histórias nos arrancam um bocado da alma, que me deixam em agonia. A alma não se consegue regenerar de todos as perdas, de todas as histórias.
Lembro-me de te ter ido buscar a casa dos Geadas para irmos juntos para o Liceu. Já todos sabíamos, e quando a porta entreaberta mos permitiu espreitar, percebemos que o teu pai te estava a contar naquele mesmo instante. A ti e á tua irmã. Foi a primeira vez que senti que a alma nem sempre se regenera. E que grande bocadão nos arrancaram dessa vez. Desde esse dia, se a história me lasca a alma, é como se num repente, as palavras ganhem voz off e fiquem só imagens que me invadem. A imagem das crianças na cresce à espera quwe o pai ou a mãe as vão buscar, no 11 de Setembro. A imagem dos meninos a beber urina durante o assalto à escola primária no Cáucaso em busca de uma sobrvivência terminada à bruta.
E agora , a fechar a passada semeana, este pai de quem nem vi imagem, do filho de meses morto no carro porque dele se esqueceu. De que ar vai este homem encher os pilmões quando alma se lhe foi de uma só vez arrancada à culpa. De dentro da minha cobardia, só me reencontrava com um balázio nos próprios cornos. Algo para além disto será sempre um ganho para o mundo, mas nunca para ele.
Lembro-me de te ter ido buscar a casa dos Geadas para irmos juntos para o Liceu. Já todos sabíamos, e quando a porta entreaberta mos permitiu espreitar, percebemos que o teu pai te estava a contar naquele mesmo instante. A ti e á tua irmã. Foi a primeira vez que senti que a alma nem sempre se regenera. E que grande bocadão nos arrancaram dessa vez. Desde esse dia, se a história me lasca a alma, é como se num repente, as palavras ganhem voz off e fiquem só imagens que me invadem. A imagem das crianças na cresce à espera quwe o pai ou a mãe as vão buscar, no 11 de Setembro. A imagem dos meninos a beber urina durante o assalto à escola primária no Cáucaso em busca de uma sobrvivência terminada à bruta.
E agora , a fechar a passada semeana, este pai de quem nem vi imagem, do filho de meses morto no carro porque dele se esqueceu. De que ar vai este homem encher os pilmões quando alma se lhe foi de uma só vez arrancada à culpa. De dentro da minha cobardia, só me reencontrava com um balázio nos próprios cornos. Algo para além disto será sempre um ganho para o mundo, mas nunca para ele.
quarta-feira, março 11, 2009
terça-feira, março 10, 2009
Twitter Aciedental

Foi a Ana que me falou do Twitter, porque a Catarina... e foi assim com o facebook, e com os blogs, e foi assim com o sexo a três (pronto há aqui umas partes inventadas). Fui espreitar e registei-me no dito cujo e a saber, trata-se de quatro conceitos:
- mensagens mais pequenas que 140 caracteres o que desenvolve uma de duas coisas a capacidade de sintetizar ou a estupidez
- seguidores - pessoas que lêem tudo o que escreves para alguém desse grupo ou que escreves para o mundo
- seguidos - pessoas que escolhes para ler tudo o que escrevem ao mundo ou a alguém que seja seguido por ti
- reenvio de mensagens quando queres divulgar ao conjunto dos teus seguidores algo que leste escrito por alguém que segues
De forma simples o twitter segue o paradigma da imensa matilha: Um conjunto de cães que cheiram os rabos uns dos outros mantendo uma certa ordem em algo que tem tudo para ser um caos.
Depois há uns truques para indicar que se quer ser cheirado só por este ou estes indivíduos da matilha, ou para partilhar com os que cheiram o teu rabo, um cheiro que se cheirou no rabo de outro.
Rabos e cheiros à parte, é simples, engraçado, por vezes útil, por vezes viciante.
domingo, março 08, 2009
8 de Março
A meio caminho de as festejar na importância da minha vida, e a ausência de festa pela necessidade de lhes reservar uma casa do calendário. Não obstante a mais linda das casas.
Para elas vai uma canção de Chico Buarque
Caixa de Música aqui ao lado.
Para elas vai uma canção de Chico Buarque
Caixa de Música aqui ao lado.
quinta-feira, março 05, 2009
Dúvida
António - Olha pai, a minha pilinha está a crescer. Do que é ?
Eu - eh ... hum ... bem ... é de felicidade António. Normalmente é de felicidade
Existem fundos poupança-acompanhamento-psiquiátrico para os filhos?
Eu - eh ... hum ... bem ... é de felicidade António. Normalmente é de felicidade
Existem fundos poupança-acompanhamento-psiquiátrico para os filhos?
Magalhães I
Viva José
Olha rapaz, este post é para te agradecer o facto de teres enviado a Magalhães Maria lá para casa. Depois de três rapazes a vestirem coeiros, finalmente chegou a rapariga. Porque ninguém me convence que, com aquele baby grow em arco-íris que o embrulha, aquela criança não é uma menina.
Mesmo que por infortúnio e falta de discernimento meu, se trate de um rapaz, a Magalhães Maria, é com toda a certeza gay, e até nesse caso, fico à beira da felicidade suprema. Sempre sonhei levar uma filha ao altar para a entregar ao homem que a fará feliz, e a Magalhães Maria é a instanciação desse sonho. Hei-de entregá-la no mais de sorriso nos lábios e a certeza de missão cumprida, e mesmo tratando-se de um gay – intellsexual - o casamento entre pessoas do mesmo sexo mantém acesa a chama da minha felicidade.
Porreiro pá
Olha rapaz, este post é para te agradecer o facto de teres enviado a Magalhães Maria lá para casa. Depois de três rapazes a vestirem coeiros, finalmente chegou a rapariga. Porque ninguém me convence que, com aquele baby grow em arco-íris que o embrulha, aquela criança não é uma menina.
Mesmo que por infortúnio e falta de discernimento meu, se trate de um rapaz, a Magalhães Maria, é com toda a certeza gay, e até nesse caso, fico à beira da felicidade suprema. Sempre sonhei levar uma filha ao altar para a entregar ao homem que a fará feliz, e a Magalhães Maria é a instanciação desse sonho. Hei-de entregá-la no mais de sorriso nos lábios e a certeza de missão cumprida, e mesmo tratando-se de um gay – intellsexual - o casamento entre pessoas do mesmo sexo mantém acesa a chama da minha felicidade.
Porreiro pá
Magalhães II
- Pai !!! Como é que se desliga esta porcaria ?
- Manel, não fales assim da tua irmã, senão o tio José vem cá e retira-nos a guarda.
- Manel, não fales assim da tua irmã, senão o tio José vem cá e retira-nos a guarda.
segunda-feira, março 02, 2009
Shoping Cultura
O que eu mais gosto nas visitas aos museus, é a parte final quando se vai à loja comprar uma lembrança sobre a exposição. Aliás, se for possível ir à loja, poupando na xaropada da exposição, tanto melhor.
Não obstante, ontem lá fomos à exposição do Darwin, e no fim na loja do museu, comprei uma destas. Cheira-me que a evolução desta minha espécie, tem os dias contados.
Não obstante, ontem lá fomos à exposição do Darwin, e no fim na loja do museu, comprei uma destas. Cheira-me que a evolução desta minha espécie, tem os dias contados.
Da hora de almoço
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Ensaio
Agora o que quero é patinar, correr ao acaso na praia quase deserta, rebolar numa encosta, perder-me numa floresta, num livro ou numa canção. Agora quero é os instrumentos da orquestra na minha cabeça, a um compasso certo, no contratempo das tuas palmas. Agora quero o parapente sobre colinas, ou sobre o mar, ou na maré dos teus olhos, agora o estoiro do riso das crianças, e o gosto do teu abraço, e o mundo todo e por inteiro nele. Agora são as águas do meu março, agora quero a promessa de vida no teu coração. Agora quero os filmes mais lindos que houver, e um quadro onde me apeteça entrar e a aguarela infinita.
Agora quero a inatingível escrita, as formas da escultura de Moore e o jazz de Duke, agora quero escrever sem soar a publicidade ao azeite galo, ou à vodafone, agora quero os contornos de nuvens certas no céu.
Agora quero a inatingível escrita, as formas da escultura de Moore e o jazz de Duke, agora quero escrever sem soar a publicidade ao azeite galo, ou à vodafone, agora quero os contornos de nuvens certas no céu.
terça-feira, fevereiro 24, 2009
Caixa Registadora
do Pingo Doce.
Eu - desculpe pode indicar-me em que corredor encontro os cubos Knorr ?
Srª da Caixa - é aqui. Tem que mos pedir a mim quando chegar a sua vez de pagar.
Eu - Aí, na caixa? Sabe de é que eu estou a falar ? Daqueles cubos que existem em vários sabores: carne, de peixe, de galinha.
Srª da Caixa - Precisamente. Tem que mos pedir a mim.
Eu - Caramba quem diria. Os cubos knorr. Que estranho.
Mulher atrás de mim - Sabe porque é ?
Eu - Porque as pessoas roubam.
Mulher atrás de mim - Porque vendem como se fosse haxixe.
Eu - Essa agora. Tiram-nos da prateleira para os clientes não os venderem como droga ? Mas eu agora posso comprar e a seguir ir vendê-los à mesma como se fosse haxixe. O que adianta tirá-los das prateleiras ?
Mulher atrás de mim - mas o senhor tem um ar respeitável
Eu - Essa é uma questão dúbia, mas a verdade é que muitos vendedores de droga têm um ar respeitável. Eu posso muito bem comprar os meus cubos knorr e a seguir ir vendê-los a adolescentes cheios de vontade de fumar umas ganzas.
Mulher atrás de mim - lá isso é verdade
Srª da Caixa - Valha-me Deus. Diga-me quer de que marca ? Pingo Doce ou Knorr ? Galinha, carne, peixe ou marisco ? 8, 16 ou 24 ?
Eu - Uma caixa de 16, galinha, marca Pingo Doce. Espere lá, esses cubos são fumáveis ? Levo 10 caixas de carne e 10 de galinha. Todas as caixas de 24.
Eu - desculpe pode indicar-me em que corredor encontro os cubos Knorr ?
Srª da Caixa - é aqui. Tem que mos pedir a mim quando chegar a sua vez de pagar.
Eu - Aí, na caixa? Sabe de é que eu estou a falar ? Daqueles cubos que existem em vários sabores: carne, de peixe, de galinha.
Srª da Caixa - Precisamente. Tem que mos pedir a mim.
Eu - Caramba quem diria. Os cubos knorr. Que estranho.
Mulher atrás de mim - Sabe porque é ?
Eu - Porque as pessoas roubam.
Mulher atrás de mim - Porque vendem como se fosse haxixe.
Eu - Essa agora. Tiram-nos da prateleira para os clientes não os venderem como droga ? Mas eu agora posso comprar e a seguir ir vendê-los à mesma como se fosse haxixe. O que adianta tirá-los das prateleiras ?
Mulher atrás de mim - mas o senhor tem um ar respeitável
Eu - Essa é uma questão dúbia, mas a verdade é que muitos vendedores de droga têm um ar respeitável. Eu posso muito bem comprar os meus cubos knorr e a seguir ir vendê-los a adolescentes cheios de vontade de fumar umas ganzas.
Mulher atrás de mim - lá isso é verdade
Srª da Caixa - Valha-me Deus. Diga-me quer de que marca ? Pingo Doce ou Knorr ? Galinha, carne, peixe ou marisco ? 8, 16 ou 24 ?
Eu - Uma caixa de 16, galinha, marca Pingo Doce. Espere lá, esses cubos são fumáveis ? Levo 10 caixas de carne e 10 de galinha. Todas as caixas de 24.
Tem o seu quê de nonsense
quase sádico, mas hoje o dia acabou com uma sessão de patinadelas no parque de estacionamento do centro de Alcoitão.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
Associação de ideias
Estava sentada numa mesa à minha frente, virada para mim. Trato gentil, pele cuidada, gestos delicados, quase sensuais, riso franco e sempre contido, contornos suaves. Num repente, pega no garfo, passa-o por baixo da gema do ovo estrelado, levanta a dita gema (já separada da clara) de uma só vez e .... zungas abocanha-a numa só dentada, fazendo-a explodir dentro da boca. Fiquei petrificado, ali a vadiar algures entre as zonas da surpresa e da admiração.
E confesso, que de forma despropositada, sem que nada tivesse a ver, comecei a congeminar uma possível relação entre a capacidade para comer em público a gema de um ovo estrelado de uma só vez e a qualidade do respectivo sexo oral. Bem sei que uma coisa nada tem a ver com outra, mas numa fracção quando vi a gema a desaparecer, cheguei mesmo a pensar ... esqueçam. Que estupidez, tanto mais que depois lembrei-me que já tinha visto outra pessoa a fazer aquilo com o ovo.
E confesso, que de forma despropositada, sem que nada tivesse a ver, comecei a congeminar uma possível relação entre a capacidade para comer em público a gema de um ovo estrelado de uma só vez e a qualidade do respectivo sexo oral. Bem sei que uma coisa nada tem a ver com outra, mas numa fracção quando vi a gema a desaparecer, cheguei mesmo a pensar ... esqueçam. Que estupidez, tanto mais que depois lembrei-me que já tinha visto outra pessoa a fazer aquilo com o ovo.
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
D-1
Sai um abandonador de cigarros ali para a direita. Será que existe um irritómetro ? Amanhã não estou para ninguém !!!
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
D-2
Agendei com a minha médica, o abandono de actividades tabágicas no próximo sábado. Preparem-se chavalóides marias, que além do carnaval, este fim de semana há distribuição do chapadão por coisa nenhuma.
Ai se o Benfica não ganha ...
Ai se o Benfica não ganha ...
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Oi Elis

Foi na FNAC que me fixei no CD em destaque. "Oi Elis" com o nome Elis quase escrito naquele formato. Canções que sempre ouvi cantadas por ela, uma ou outra numa outra voz, mas a referência sempre ela. Um disco de homenagem a Elis ? Um disco só com canções já cantadas pela Elis ? Que coisa tão frágil, tão cheia de pontos de falha, como é que alguém se sujeita a isto ?
Pus-me à escuta. Canções conhecidas numa sonoridade diferente. Sotaque luso e muito muito Jazz. Arriscou uma versão de "O que tinha de ser". Uma canção que sempre ouvi por Maria Bethânia e que cheguei a duvidar que a Elis pudesse superar. Elis, no fim da interpretação solta um suspiro de alívio. Alívio dela e meu, por ser genial.
Afinal que disco é este ? Quem é esta Susana Travassos ? Escuto-o na diagonal e depois em casa, com mais calma, vejo um ou outro vídeo no you-tube, visito a página oficial e o sítio do MySpace. O disco está longe de ser pretensioso, a voz é excelente, os arranjos magníficos. Esta mulher canta Elis pelo prazer de cantar Elis. Just for the Jazz.
Definitivamente, um disco que vou comprar, pelo gosto de ouvir noutros registos, canções a que me habituei tomar por património emocional. Pelo prazer de escutar, só pelo prazer de escutar. Just for the Jazz.
domingo, fevereiro 15, 2009
Darwin
O tamanho da fila alterou os planos e o passeio deixou de ser ao museu para ser pelos jardins do museu. Cheio de recantos, riachos, esconderijos e aventuras. E também muitos pares de namorados, hetero e homo pois claro, ainda a relembrarem as horas nas filas dos restaurantes da véspera.
Dei por mim a pensar que os pares homossexuais são muito maricas, nem de mãos dadas andam. Vê-se mesmo que estão cheios de vontade de andarem abraçados, ou de braço dado ou do que quer que seja, mas andam a uma distância parva uns dos outros. Que meninas. Não devem ser os mesmos que participam no desfile do orgulho.
Dei por mim a pensar que os pares homossexuais são muito maricas, nem de mãos dadas andam. Vê-se mesmo que estão cheios de vontade de andarem abraçados, ou de braço dado ou do que quer que seja, mas andam a uma distância parva uns dos outros. Que meninas. Não devem ser os mesmos que participam no desfile do orgulho.
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Sexta Treze
O azar desta sexta treze de fevereiro já está definido (ainda me arrependo desta frase quando chegar ao meu carro e não tiver pneus), e reside no facto de amanhã ser dia 14 de Fevereiro. Os centros comerciais parecem decorados como motéis para adolescentes. 'xa cá ver, facebook, livro-das-trombas. Cá está. Grupo de contestação a São Valentim. Aderir.
Já está. "Entupam os restaurantes com reservas para dois e reservem todas as mesas para dia 14." Boa!
Já está. "Entupam os restaurantes com reservas para dois e reservem todas as mesas para dia 14." Boa!
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Que chato
Foi logo pela manhã que a ténue coceira dos dias anteriores lhe deu para se agravar.” Já postavas sobre isto”, pensei, enquanto procurava o ralador do queijo, que de repente se tinha transformado na única boa ideia capaz de me livrar de tamanha chatice. Maçada portanto.
Não. O melhor é estar sossegado e não escrever sobre o tema, e até se o conseguir esquecer, tanto melhor. Com sorte nenhum dos atentos e estimados leitores se lembra do incidente da depilação das virilhas e a coisa acaba por passar sem marcas. E o dia até estava a correr bem desse ponto de vista, coração que não vê … A coisa parecia, portanto, estar controlada, até que aquela que até jura por tudo o que lhe é sagradinho ter mais que fazer, me resolve evocar o tema no mural do livro-das-trombas (doravante referido por facebook ). Obrigadinho. E agora onde é que anda o ralador do queijo? Irra.
Não. O melhor é estar sossegado e não escrever sobre o tema, e até se o conseguir esquecer, tanto melhor. Com sorte nenhum dos atentos e estimados leitores se lembra do incidente da depilação das virilhas e a coisa acaba por passar sem marcas. E o dia até estava a correr bem desse ponto de vista, coração que não vê … A coisa parecia, portanto, estar controlada, até que aquela que até jura por tudo o que lhe é sagradinho ter mais que fazer, me resolve evocar o tema no mural do livro-das-trombas (doravante referido por facebook ). Obrigadinho. E agora onde é que anda o ralador do queijo? Irra.
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