domingo, outubro 19, 2008
Reflexão
... começo a ter a sensação que o meu cérebro, por vezes, também está instalado num servidor do Blogger.
quinta-feira, outubro 16, 2008
quarta-feira, outubro 15, 2008
Liberté, égalité, fraternité
Vá lá ver então. Para acabar com as discussões de quem ainda resiste à ideia da partilha, cada um tem a sua caderneta Liga de Futebol 2008-2009. A coleção coloca o Quaresma na equipa do Porto, o que pode ser um argumento para uma queixa à DECO e outra à ASAE.
A regra evidente, é que não existem repetidos pessoais, só existem repetidos da casa. Um cromo só é considerado repetido se sair a quarta vez. 'xa lá fazer umas contas:
400 cromos cada caderneta
1200 cromos lá para casa
Dobro dos cromos por causa dos repetidos: 2400 cromos
6 cromos por carteira: 400 carteiras de cromos
40 cêntimnos por carteira: 160 euros em cromos
O QUÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ ?
Colecção da liga masé os tomates. A partir de agora, à primeira falha, hão-de ter o castigo que merecem "Acabou-se a caderneta e os cromos, tudo para o lixo"
O António há-se entornar sopa, o Manel vai levantar-se da mesa sem autorização, e se chamar o João baixinho, ele só vai ouvir à terceira ou à quarta.
A regra evidente, é que não existem repetidos pessoais, só existem repetidos da casa. Um cromo só é considerado repetido se sair a quarta vez. 'xa lá fazer umas contas:
400 cromos cada caderneta
1200 cromos lá para casa
Dobro dos cromos por causa dos repetidos: 2400 cromos
6 cromos por carteira: 400 carteiras de cromos
40 cêntimnos por carteira: 160 euros em cromos
O QUÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ ?
Colecção da liga masé os tomates. A partir de agora, à primeira falha, hão-de ter o castigo que merecem "Acabou-se a caderneta e os cromos, tudo para o lixo"
O António há-se entornar sopa, o Manel vai levantar-se da mesa sem autorização, e se chamar o João baixinho, ele só vai ouvir à terceira ou à quarta.
terça-feira, outubro 14, 2008
JorgePalmear
Já não é novidade lá em casa, e vem do hábito de dar sempre a mesma resposta sempre que alguém pergunta por alguém lá em casa. Comecei por ser só eu a responder, mas quando eles perceberam que era tanga começaram também a fazê-lo. Vá lá ver. Se alguém pergunta pelo X todos respondemos "O X foi-se embora para nunca mais voltar". Isto em locais públicos causa algum sururu mas nós divertimo-nos à conta.
As idas ao Chiado dão normalmente uma separação: gajas para a H&M e gajos para a FNAC. Já no meio de livros, o António pergunta
"A mãe ?"
Todos em coro
"A mãe foi-se embora para nunca mais voltar"
Meia FNAC pára a olhar para o nós, e eis que o Sirenes desata a cantar Jorge Palma
"Mamã mamã. Onde estás tu mamã ? Nós sem ti não sabemos mamã, libertar-nos do mal"
Siras, és o maior.
A propósito, já consegui sacar a tua caderneta de futebol 2008 2009 para não ficares atrás dos outros dois. Agora que estás quase a fazer 4 anos, vais ter oportunidade de saber de cor o plantel do Trofense, com datas de nascimento e o peso de cada um dos jogadores. És o maior Siras.
As idas ao Chiado dão normalmente uma separação: gajas para a H&M e gajos para a FNAC. Já no meio de livros, o António pergunta
"A mãe ?"
Todos em coro
"A mãe foi-se embora para nunca mais voltar"
Meia FNAC pára a olhar para o nós, e eis que o Sirenes desata a cantar Jorge Palma
"Mamã mamã. Onde estás tu mamã ? Nós sem ti não sabemos mamã, libertar-nos do mal"
Siras, és o maior.
A propósito, já consegui sacar a tua caderneta de futebol 2008 2009 para não ficares atrás dos outros dois. Agora que estás quase a fazer 4 anos, vais ter oportunidade de saber de cor o plantel do Trofense, com datas de nascimento e o peso de cada um dos jogadores. És o maior Siras.
segunda-feira, outubro 13, 2008
1000Folhas
Esta é também a caixa do João, do Manel e do António, da Ana, da Catarina, da Rita, da Teresa, do Manel, da Maria, do Bernardo, do Paulo, do Francisco, do Pedro, da Tota, do Turco, da Titas, do João, da Elis, do Chico, da Filipa, da Teresa, da Cristina, do Caetano, da Marisa, da Fernanda, do Cal, do Kaka, do Ludgero, do Marco, da Maria Manel, do Gonçalo, da Gota, do Molico, da Duende, da Margarida, da Maria Rita, do Pires, da Lu, da Maria João, da Isabel, da Madalena, da Vera, da Ritinha, da Lua, da Miss, da Sandra, da mãe galinha, da Filipa, da Fátima, do Roberto, da D. Gata, do Sérgio, do Luís, do Francisco, do Zé Manel, do João, da Manuela, do Francisco, da Joana, da Mena, do Féfé, do Jorge, da Alecrim, da Dulce, da @na, dos anónimos anónimos, dos anónimos assim assim, e dos que me esqueci. Esta é uma caixa de brinquedos, de heróis de todas as aventuras, das histórias mesmo antes do adormecer, a caixa das risadas e das brincadeiras e surpresas, a de risos e dos sonhos, das cumplicidades, a caixa de músicas e canções, a caixa de concertos, caixa de ferramentas, a caixa dos meus tempos, da minha infância e de outras como a minha, caixa de rascunhos, de teclas e de cordas, de cozinhados, de aventais, da neve, dos locais onde estive, de Paris, de Nova Iorque, da neve, dos locais onde nunca fui, de Cuba, e de São Francisco, caixa de mar e estrelas, de praia no inverno, de sabores, de panquecas, de carpaccio, de pipocas, de magias, de tapetes mágicos, de cores, da quadros doces, da Eva, do futebol, da alegria de golos marcados, da falsa euforia de golos anulados, das palavras engraçadas como displicência e Caetanear, caixa de amor, de abraços encharcados, de gestos, de mãos entrelaçadas, de pares de galhetas, caixa de cinema, e de filmes, do Piano, da Laranja Mecânica, das laranjas no ar. Esta é a caixa do que me faz rir, do que me faz chorar, do que faz sentir o mundo todo, que me faz gargalhar. Esta é uma caixa de linhas tortas e escritas direitas, e de vice versas, de mil palavras, dos mil sons, dos mil sonhos e dos mil escritos. Mil folhas. Ai o que eu gosto de mil folhas !!!
sexta-feira, setembro 19, 2008
Noticiar
Foi revelado um estudo sobre as mortes e os custos associados ao tabaco e álcool no ano de 2005.
Segundo este estudo, o tabaco é responsável por custos em saúde de quase 700 milhões de euros e por 12000 mortes.
Bem sei que não existe preço para a vida e que fumar está a anos luz de ser uma prática inteligente, mas parece-me que alguém se esqueceu de revelar o valor de receitas de impostos sobre o tabaco relativo a esse mesmo ano. A saber, gerou uma receita de 1322 milhões de euros.
PS: Segundo o blogger, esta é o post 999 aqui do atelier de costura, acho que vou encravar na escrita do milésimo.
Segundo este estudo, o tabaco é responsável por custos em saúde de quase 700 milhões de euros e por 12000 mortes.
Bem sei que não existe preço para a vida e que fumar está a anos luz de ser uma prática inteligente, mas parece-me que alguém se esqueceu de revelar o valor de receitas de impostos sobre o tabaco relativo a esse mesmo ano. A saber, gerou uma receita de 1322 milhões de euros.
PS: Segundo o blogger, esta é o post 999 aqui do atelier de costura, acho que vou encravar na escrita do milésimo.
quinta-feira, setembro 18, 2008
Aviso
De há uma semana a esta parte, que este blog é escrito no browser da Google: o Cromo.
Este navegador, tem coisas simpáticas:
- A barra de endereço é também barra de pesquisa Google
- A página inicial tem miniaturas com ligações às páginas mais visitadas
- E o porno_modo, que permite abrir uma página sem deixar qualquer vestígio sobre a subsequente visita. Nada mal pensado para visitas que envolvam compras na net, homebanking e consultas de webmail
Estou rendido. Este blog passa a ser o blog de um cromo.
Este navegador, tem coisas simpáticas:
- A barra de endereço é também barra de pesquisa Google
- A página inicial tem miniaturas com ligações às páginas mais visitadas
- E o porno_modo, que permite abrir uma página sem deixar qualquer vestígio sobre a subsequente visita. Nada mal pensado para visitas que envolvam compras na net, homebanking e consultas de webmail
Estou rendido. Este blog passa a ser o blog de um cromo.
quarta-feira, setembro 17, 2008
Serviço despertar
Não sei se foi alguma coisa que eu disse ontem à noite, talvez a promessa de irem ao café grande e aos peixinhos antes da escola. A bem da verdade ontem à noite, dei por mim a informá-los das prioridades matinais: tomar o pequeno almoço, vestir e lavar os dentes.
Esta informação, mais que sabida, mais que repetida, mais que relembrada, ontem causou-lhes um efeito estranho, sobretudo ao do meio. O tal loiro, sportinguista de caracóis, maufeitioslindos:
- Pai preciso que acertes o meu despertador e que ele toque às 7 da manhã.
- Mãe podes já preparar a minha roupa para amanhã ?
Estava demasiado entregue ao fim do dia para me deitar a advinhar a manhã seguinte e não me preocupei.
Estúpido.
Devia ter-me preocupado.
Hoje às 7 tudo o que podia tocar naquele quarto começou a tocar: 2 relógios, um rádio e o sirenes que foi acordado pelos irmãos.
Ainda eu estava a arrancar as ramelas dos cantos do olhos, já o bestial trio se encontrava na cozinha, meio vestido meio por calçar, a fazer voar pacotes de leite, cereais, cerelac, e a fazer novas experiências:
- Pai fui o primeiro cá de caja a primentar água de chocolate. Foi o Manel que inventou. Eu góto muito
Estupor do sirenes estava a beber suchard express com água.
Mal ou bem, a verdade, é que às sete e meia estavam prontos para ir até ao largo dos peixinhos já com saco com migalhas de panrico para os alimentar.
Hoje, pelo sim pelo não, deixo-lhes o pequeno almoço já adiantadinho. Só juntar leite. Ou água.
Esta informação, mais que sabida, mais que repetida, mais que relembrada, ontem causou-lhes um efeito estranho, sobretudo ao do meio. O tal loiro, sportinguista de caracóis, maufeitioslindos:
- Pai preciso que acertes o meu despertador e que ele toque às 7 da manhã.
- Mãe podes já preparar a minha roupa para amanhã ?
Estava demasiado entregue ao fim do dia para me deitar a advinhar a manhã seguinte e não me preocupei.
Estúpido.
Devia ter-me preocupado.
Hoje às 7 tudo o que podia tocar naquele quarto começou a tocar: 2 relógios, um rádio e o sirenes que foi acordado pelos irmãos.
Ainda eu estava a arrancar as ramelas dos cantos do olhos, já o bestial trio se encontrava na cozinha, meio vestido meio por calçar, a fazer voar pacotes de leite, cereais, cerelac, e a fazer novas experiências:
- Pai fui o primeiro cá de caja a primentar água de chocolate. Foi o Manel que inventou. Eu góto muito
Estupor do sirenes estava a beber suchard express com água.
Mal ou bem, a verdade, é que às sete e meia estavam prontos para ir até ao largo dos peixinhos já com saco com migalhas de panrico para os alimentar.
Hoje, pelo sim pelo não, deixo-lhes o pequeno almoço já adiantadinho. Só juntar leite. Ou água.
O Acelerador de Partículas
... parece já estar a funcionar, pelo menos na cabeça de alguns:
"JSD diz sim ao casamento entre pessoas do mesmo sexo", por outro lado parece estar ainda com alguns problemas. Na realidade, a notícia completa é "JSD diz sim ao casamento entre pessoas do mesmo sexo mas não à adopção".
Este tema está na fronteira da minha visão do mundo, e certamente já tive opinião contrária à que aqui expresso.
A adopção deve ser analisada do ponto de vista do interesse da criança, e nunca do interesse dos casais. A sexualidade de um casal determinar a sua exclusão em processos de adopção é, no meu parco entendimento do assunto, um luxo a que não se pode dar uma sociedade que deixa milhares de crianças crescer entre paredes de instituições sem poderem chamar pãe e mãe a ninguém durante toda a vida. Ou pai e pai. Ou mãe e mãe.
Atenção aos casais heterosexuais. As estatísticas demosntram que é no seio de famílias heterosexuais que são educados grande parte dos homosexuais.
"JSD diz sim ao casamento entre pessoas do mesmo sexo", por outro lado parece estar ainda com alguns problemas. Na realidade, a notícia completa é "JSD diz sim ao casamento entre pessoas do mesmo sexo mas não à adopção".
Este tema está na fronteira da minha visão do mundo, e certamente já tive opinião contrária à que aqui expresso.
A adopção deve ser analisada do ponto de vista do interesse da criança, e nunca do interesse dos casais. A sexualidade de um casal determinar a sua exclusão em processos de adopção é, no meu parco entendimento do assunto, um luxo a que não se pode dar uma sociedade que deixa milhares de crianças crescer entre paredes de instituições sem poderem chamar pãe e mãe a ninguém durante toda a vida. Ou pai e pai. Ou mãe e mãe.
Atenção aos casais heterosexuais. As estatísticas demosntram que é no seio de famílias heterosexuais que são educados grande parte dos homosexuais.
domingo, setembro 14, 2008
Surpresa
Já já alguns dias que se falava numa surpresa, que me estava reservada para Sábado à tarde. Nesta última semana, o assunto vinha à baila com uma insistência preocupante, acompanhado da necessidade de nos livrar-mos das crianças durante duas horas. Comecei a achar que o tema era a sério, a circunstância assim o pedia, e a menos do par de galhetas pelas ventas adentro, não estava a ver do que se poderia tratar.
No início da tarde, já de criançada devidamente distribuída por várias freguesias, lá sou quase arrastado para a supra citada surpresa. Rumamos em direcção à baixa, o que me permite afastar algumas das hipóteses formuladas: não ia fazer o baptismo de pára quedas onde por uma infeliz coincidência o dito não se iria abrir, e não ia estrear-me no Bungee Jumping de uma ponte qualquer a mais a maçada do elástico rebentar logo quando seria necessário que se mantivesse intacto. Postas estas hipóteses de lado, restava-me a vergonha de uma aula de danças de salão, uma sessão ainda mais embaraçante de massagens eróticas, ou um curso de marmoreados esponjados e dourados. Sou encaminhado para a rua dos douradores e num repente este último cenário ganha dimensões aterrorizantes. Suo das mãos e fumo dois cigarros em menos de três quarteirões. Finalmente chegamos quase ao fim da rua onde vejo dois locais candidatos à surpresa: uma porta tipo oficina e uma outra com um símbolo do tipo "ying yang".
"Estou tramado, vai-me pôr a levitar e vai transformar-me numa espécie de monge tibetano. O que é que lhe deu ?"
Afinal a surpresa era a porta tipo de oficina, e lá dentro um arsenal de veículos com ar de Espaço 1999. Amarelos, divertidos e apelativos. Além dos veículos, o que aquela porta guarda é uma ideia - GoCar. Uma ideia tão simples quão genial e divertida. Um veículo diferente, descapotável, de baixo consumo. Conduz-se como uma acelera, e tem um GPS que nos guia em tom de brincadeira por um ou mais percursos da cidade. Não explode quando nos baldamos à rota, tem passe para as zonas de trânsito condicionado do castelo e de Alfama, e num repente, transforma-nos no centro das atenções enquanto o guiamos cidade fora.
Não sei se dos capacetes, se do veiculo, se do GPS a gritar "Yupiiii" em cada descida alucinante, se do som de lambreta, mas em cada rua, em cada largo, somos apontados, fotografados e acenados. Rimo-nos e redescobrimos Lisboa em veículos do Espaço 1999. Uma hora e várias peripécias depois, regressamos à base. Hora de recolher os Marias. Por mim, tinha lá deixado o monovolume e vinha no bólide amarelo descapotável de três rodas, mas cheira-me que o transporte para o colégio podia alongar-se para lá do desejado.
Grande surpresa rainhas, e o meu banco nunca me ejectou a uma altura de 200 metros como cheguei a desconfiar que iria fazer. Da próxima vez levamos os Marias atados a uma corda para ajudarem nas subidas e para as marchas atrás.
No início da tarde, já de criançada devidamente distribuída por várias freguesias, lá sou quase arrastado para a supra citada surpresa. Rumamos em direcção à baixa, o que me permite afastar algumas das hipóteses formuladas: não ia fazer o baptismo de pára quedas onde por uma infeliz coincidência o dito não se iria abrir, e não ia estrear-me no Bungee Jumping de uma ponte qualquer a mais a maçada do elástico rebentar logo quando seria necessário que se mantivesse intacto. Postas estas hipóteses de lado, restava-me a vergonha de uma aula de danças de salão, uma sessão ainda mais embaraçante de massagens eróticas, ou um curso de marmoreados esponjados e dourados. Sou encaminhado para a rua dos douradores e num repente este último cenário ganha dimensões aterrorizantes. Suo das mãos e fumo dois cigarros em menos de três quarteirões. Finalmente chegamos quase ao fim da rua onde vejo dois locais candidatos à surpresa: uma porta tipo oficina e uma outra com um símbolo do tipo "ying yang".
"Estou tramado, vai-me pôr a levitar e vai transformar-me numa espécie de monge tibetano. O que é que lhe deu ?"
Afinal a surpresa era a porta tipo de oficina, e lá dentro um arsenal de veículos com ar de Espaço 1999. Amarelos, divertidos e apelativos. Além dos veículos, o que aquela porta guarda é uma ideia - GoCar. Uma ideia tão simples quão genial e divertida. Um veículo diferente, descapotável, de baixo consumo. Conduz-se como uma acelera, e tem um GPS que nos guia em tom de brincadeira por um ou mais percursos da cidade. Não explode quando nos baldamos à rota, tem passe para as zonas de trânsito condicionado do castelo e de Alfama, e num repente, transforma-nos no centro das atenções enquanto o guiamos cidade fora.
Não sei se dos capacetes, se do veiculo, se do GPS a gritar "Yupiiii" em cada descida alucinante, se do som de lambreta, mas em cada rua, em cada largo, somos apontados, fotografados e acenados. Rimo-nos e redescobrimos Lisboa em veículos do Espaço 1999. Uma hora e várias peripécias depois, regressamos à base. Hora de recolher os Marias. Por mim, tinha lá deixado o monovolume e vinha no bólide amarelo descapotável de três rodas, mas cheira-me que o transporte para o colégio podia alongar-se para lá do desejado.
Grande surpresa rainhas, e o meu banco nunca me ejectou a uma altura de 200 metros como cheguei a desconfiar que iria fazer. Da próxima vez levamos os Marias atados a uma corda para ajudarem nas subidas e para as marchas atrás.
quinta-feira, agosto 28, 2008
Estupidez
... ou o pânico de ser acusado de insuficiência testicular, vulgo falta de tomates.
As coisas estúpidas da afirmação pessoal. O que leva um homem a fazer algo que nem lhe apetece muito, só para não correr o risco de ser apelidado de menina.
Não sei que raio me passou pela cabeça, para o fazer num dia em que me revirava com dores musculares. Analgésico e relaxante muscular em cima, e vai disto
Que estupidez

As coisas estúpidas da afirmação pessoal. O que leva um homem a fazer algo que nem lhe apetece muito, só para não correr o risco de ser apelidado de menina.
Não sei que raio me passou pela cabeça, para o fazer num dia em que me revirava com dores musculares. Analgésico e relaxante muscular em cima, e vai disto
Que estupidez

sexta-feira, agosto 22, 2008
Dupla
Para a viagem e a semana que se advinha quase de férias, fui à FNAC e Simone e Zélia ...
Zélia é muito boa onda, Simone ao vivo transfigura-se e ganha outra dimensão.
Coitados dos marias, vão ficar fartinhos. Eh eh eh
A propósito, que concertos haverá na feira de São Mateus ?
Zélia é muito boa onda, Simone ao vivo transfigura-se e ganha outra dimensão.
Coitados dos marias, vão ficar fartinhos. Eh eh eh
A propósito, que concertos haverá na feira de São Mateus ?
Triatlo
A par da medalhada Vanessa, vou fazer o meu triatlo de verão. Este fim de semana, pego nos três Marias e levo-os até Tibaldinho. Verdade seja dita estas duas últimas semanas estive na paz de Lisboa, enquanto eles azucrinavam, vida e a cabeça materna. Calha-me a mim agora, que é para aprender.
Há tanto tempo que não vou até lá. O António nem conhece o lugar. Vamos divertir-nos e os avós vão ficar de rastos.
Quando era pequeno passava lá tantas férias. O atletismo, as jogatanas no campo da bola, brincar com um pau e um pneu de mota, ir aos pássaros com uma fisga, ou simplesmente ir de bicicleta até Tibalde de Baixo, conferiam-me sempre tempos bem passados. Com os primos e com os Geadas, fizemos concursos de galinhas voadoras, de subida aos pinheiros, e até ficámos uma tarde a chocar ovos na fé que os pintos nascessem. Não resultou, mas divertimo-nos sempre. Serão aqueles selvas capazes de se divertir como eu me divertia ? Quem dera sim ...
Há tanto tempo que não vou até lá. O António nem conhece o lugar. Vamos divertir-nos e os avós vão ficar de rastos.
Quando era pequeno passava lá tantas férias. O atletismo, as jogatanas no campo da bola, brincar com um pau e um pneu de mota, ir aos pássaros com uma fisga, ou simplesmente ir de bicicleta até Tibalde de Baixo, conferiam-me sempre tempos bem passados. Com os primos e com os Geadas, fizemos concursos de galinhas voadoras, de subida aos pinheiros, e até ficámos uma tarde a chocar ovos na fé que os pintos nascessem. Não resultou, mas divertimo-nos sempre. Serão aqueles selvas capazes de se divertir como eu me divertia ? Quem dera sim ...
segunda-feira, agosto 18, 2008
Encontros de verão
Com o vendedor das bolas de berlim da praia
Nunca vou entender o fenómeno das bolas de berlim na praia. Parece que ganham outro sabor. Sabem bem que se fartam. Uma por dia parece-me justo. São eles que o avistam ao longe e fazem tamanho carnaval que o homem corre até nós, não vá qualquer brigada fiscal, do SEF, da ASAE ou de qualquer outra entidade dar pela transação. O azar daquele vendedor brasileiro foi o nome:
- Bom dia senhor
- Uma com creme e duas bolachas americanas se faz favor
- Como é que se chama?
- Oi?
- Ele está a perguntar o seu nome
- Ahhh. Eu me chamo Zé Carlos
- Pumba. Mesmo nas nádegas. Foi ou não foi Zé Carlos?
- Oi?
- PSh Cala-te
- De que eles estão rindo ?
- É um sketch com um personagem chamado zé carlos. O melhor é não ligar. Quanto lhe devo ?
- 4 euros senhor.
- PSh Cala-te
- Mesmo nas nágas. Mascala-te.
- Aqui tem.
- Muito obrigado senhor. Até amanhã.
- Foi ou não foi Zé Carlos ? Psh cala-te.
Curiosamente aquele vendedor nunca mais apareceu por aqueles lados.
Com um miúdo na piscina que foi ver os brinquedos do António
Perante o assédio, o Manel foi fazer guarda aos bonecos e o petiz olhava com um ar guloso para o homem aranha e para o super homem. O António começou logo a juntá-los certificando-se que não sobrava nenhum para brincadeiras com estranhos. O Manel tentou uma jogada mais diplomática:
- Querias brincar com os bonecos?
O miúdo encolhia os ombros por não entender as perguntas.
- Manel, o menino não percebe Português, deixa estar.
- És donde ?
O miúdo entendeu e respondeu:
- España
- Ai é ? Porque não te callas ?
- Manel, vamos ver se o João está no escorrega. Anda.
- Olá. Quiero um vaso de água, por favor. Porque não te callas?
- Maneeeeelll. Anda. Vamos embora.
Nunca vou entender o fenómeno das bolas de berlim na praia. Parece que ganham outro sabor. Sabem bem que se fartam. Uma por dia parece-me justo. São eles que o avistam ao longe e fazem tamanho carnaval que o homem corre até nós, não vá qualquer brigada fiscal, do SEF, da ASAE ou de qualquer outra entidade dar pela transação. O azar daquele vendedor brasileiro foi o nome:
- Bom dia senhor
- Uma com creme e duas bolachas americanas se faz favor
- Como é que se chama?
- Oi?
- Ele está a perguntar o seu nome
- Ahhh. Eu me chamo Zé Carlos
- Pumba. Mesmo nas nádegas. Foi ou não foi Zé Carlos?
- Oi?
- PSh Cala-te
- De que eles estão rindo ?
- É um sketch com um personagem chamado zé carlos. O melhor é não ligar. Quanto lhe devo ?
- 4 euros senhor.
- PSh Cala-te
- Mesmo nas nágas. Mascala-te.
- Aqui tem.
- Muito obrigado senhor. Até amanhã.
- Foi ou não foi Zé Carlos ? Psh cala-te.
Curiosamente aquele vendedor nunca mais apareceu por aqueles lados.
Com um miúdo na piscina que foi ver os brinquedos do António
Perante o assédio, o Manel foi fazer guarda aos bonecos e o petiz olhava com um ar guloso para o homem aranha e para o super homem. O António começou logo a juntá-los certificando-se que não sobrava nenhum para brincadeiras com estranhos. O Manel tentou uma jogada mais diplomática:
- Querias brincar com os bonecos?
O miúdo encolhia os ombros por não entender as perguntas.
- Manel, o menino não percebe Português, deixa estar.
- És donde ?
O miúdo entendeu e respondeu:
- España
- Ai é ? Porque não te callas ?
- Manel, vamos ver se o João está no escorrega. Anda.
- Olá. Quiero um vaso de água, por favor. Porque não te callas?
- Maneeeeelll. Anda. Vamos embora.
quarta-feira, agosto 13, 2008
sexta-feira, agosto 08, 2008
Fim...
... de férias.
Nesta altura já com sabor de fim de festa, tempo para ir a Altura visitar tios e primos, e tempo para ir a um outro Algarve, tão diferente na forma e nos sabores. Cacela a velha, a ria, petiscos na rua, ostras e conquilhas. É deste Algarve que tenho ganas, costas voltadas para aglomerados de cimento pintados a branco com uma muito típica chaminé espetada na tola. E como está caro este Algarve. Por este andar, cheira-me que, para o ano, praia de Algés e geladinhos de gelo que sabem muito bem.
PS. Hoje a dona da Leiraria faz anos. Parabéns Mãe.
Nesta altura já com sabor de fim de festa, tempo para ir a Altura visitar tios e primos, e tempo para ir a um outro Algarve, tão diferente na forma e nos sabores. Cacela a velha, a ria, petiscos na rua, ostras e conquilhas. É deste Algarve que tenho ganas, costas voltadas para aglomerados de cimento pintados a branco com uma muito típica chaminé espetada na tola. E como está caro este Algarve. Por este andar, cheira-me que, para o ano, praia de Algés e geladinhos de gelo que sabem muito bem.
PS. Hoje a dona da Leiraria faz anos. Parabéns Mãe.
terça-feira, agosto 05, 2008
Cócó
Não gosto particularmente de gaivotas. São um bocado porcas, comem lixo, e conseguem voar e evacuar ao mesmo tempo. As gajas são maquiavélicas, nenhum humano consegue voar e evacuar ao mesmo tempo, sobretudo porque o peso das sanitas não ajuda. Mas em compensação conseguimos efectuar actividades muito mais intelectuais.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
