quarta-feira, setembro 17, 2008

O Acelerador de Partículas

... parece já estar a funcionar, pelo menos na cabeça de alguns:
"JSD diz sim ao casamento entre pessoas do mesmo sexo", por outro lado parece estar ainda com alguns problemas. Na realidade, a notícia completa é "JSD diz sim ao casamento entre pessoas do mesmo sexo mas não à adopção".
Este tema está na fronteira da minha visão do mundo, e certamente já tive opinião contrária à que aqui expresso.
A adopção deve ser analisada do ponto de vista do interesse da criança, e nunca do interesse dos casais. A sexualidade de um casal determinar a sua exclusão em processos de adopção é, no meu parco entendimento do assunto, um luxo a que não se pode dar uma sociedade que deixa milhares de crianças crescer entre paredes de instituições sem poderem chamar pãe e mãe a ninguém durante toda a vida. Ou pai e pai. Ou mãe e mãe.
Atenção aos casais heterosexuais. As estatísticas demosntram que é no seio de famílias heterosexuais que são educados grande parte dos homosexuais.

domingo, setembro 14, 2008

PS

Ao gajo_armada_em_gaja_histérica do casal gay espanhol que acabou o seu passeio turístico logo a seguir a nós, e que na GoCar, não se calava com facto do mapa ser muito pequeno e não ter o nome das calles:
¿Por qué no te callas?

Surpresa

Já já alguns dias que se falava numa surpresa, que me estava reservada para Sábado à tarde. Nesta última semana, o assunto vinha à baila com uma insistência preocupante, acompanhado da necessidade de nos livrar-mos das crianças durante duas horas. Comecei a achar que o tema era a sério, a circunstância assim o pedia, e a menos do par de galhetas pelas ventas adentro, não estava a ver do que se poderia tratar.
No início da tarde, já de criançada devidamente distribuída por várias freguesias, lá sou quase arrastado para a supra citada surpresa. Rumamos em direcção à baixa, o que me permite afastar algumas das hipóteses formuladas: não ia fazer o baptismo de pára quedas onde por uma infeliz coincidência o dito não se iria abrir, e não ia estrear-me no Bungee Jumping de uma ponte qualquer a mais a maçada do elástico rebentar logo quando seria necessário que se mantivesse intacto. Postas estas hipóteses de lado, restava-me a vergonha de uma aula de danças de salão, uma sessão ainda mais embaraçante de massagens eróticas, ou um curso de marmoreados esponjados e dourados. Sou encaminhado para a rua dos douradores e num repente este último cenário ganha dimensões aterrorizantes. Suo das mãos e fumo dois cigarros em menos de três quarteirões. Finalmente chegamos quase ao fim da rua onde vejo dois locais candidatos à surpresa: uma porta tipo oficina e uma outra com um símbolo do tipo "ying yang".
"Estou tramado, vai-me pôr a levitar e vai transformar-me numa espécie de monge tibetano. O que é que lhe deu ?"
Afinal a surpresa era a porta tipo de oficina, e lá dentro um arsenal de veículos com ar de Espaço 1999. Amarelos, divertidos e apelativos. Além dos veículos, o que aquela porta guarda é uma ideia - GoCar. Uma ideia tão simples quão genial e divertida. Um veículo diferente, descapotável, de baixo consumo. Conduz-se como uma acelera, e tem um GPS que nos guia em tom de brincadeira por um ou mais percursos da cidade. Não explode quando nos baldamos à rota, tem passe para as zonas de trânsito condicionado do castelo e de Alfama, e num repente, transforma-nos no centro das atenções enquanto o guiamos cidade fora.
Não sei se dos capacetes, se do veiculo, se do GPS a gritar "Yupiiii" em cada descida alucinante, se do som de lambreta, mas em cada rua, em cada largo, somos apontados, fotografados e acenados. Rimo-nos e redescobrimos Lisboa em veículos do Espaço 1999. Uma hora e várias peripécias depois, regressamos à base. Hora de recolher os Marias. Por mim, tinha lá deixado o monovolume e vinha no bólide amarelo descapotável de três rodas, mas cheira-me que o transporte para o colégio podia alongar-se para lá do desejado.
Grande surpresa rainhas, e o meu banco nunca me ejectou a uma altura de 200 metros como cheguei a desconfiar que iria fazer. Da próxima vez levamos os Marias atados a uma corda para ajudarem nas subidas e para as marchas atrás.

quinta-feira, agosto 28, 2008

Estupidez

... ou o pânico de ser acusado de insuficiência testicular, vulgo falta de tomates.
As coisas estúpidas da afirmação pessoal. O que leva um homem a fazer algo que nem lhe apetece muito, só para não correr o risco de ser apelidado de menina.
Não sei que raio me passou pela cabeça, para o fazer num dia em que me revirava com dores musculares. Analgésico e relaxante muscular em cima, e vai disto
Que estupidez


sexta-feira, agosto 22, 2008

Dupla

Para a viagem e a semana que se advinha quase de férias, fui à FNAC e Simone e Zélia ...
Zélia é muito boa onda, Simone ao vivo transfigura-se e ganha outra dimensão.
Coitados dos marias, vão ficar fartinhos. Eh eh eh
A propósito, que concertos haverá na feira de São Mateus ?

Triatlo

A par da medalhada Vanessa, vou fazer o meu triatlo de verão. Este fim de semana, pego nos três Marias e levo-os até Tibaldinho. Verdade seja dita estas duas últimas semanas estive na paz de Lisboa, enquanto eles azucrinavam, vida e a cabeça materna. Calha-me a mim agora, que é para aprender.
Há tanto tempo que não vou até lá. O António nem conhece o lugar. Vamos divertir-nos e os avós vão ficar de rastos.
Quando era pequeno passava lá tantas férias. O atletismo, as jogatanas no campo da bola, brincar com um pau e um pneu de mota, ir aos pássaros com uma fisga, ou simplesmente ir de bicicleta até Tibalde de Baixo, conferiam-me sempre tempos bem passados. Com os primos e com os Geadas, fizemos concursos de galinhas voadoras, de subida aos pinheiros, e até ficámos uma tarde a chocar ovos na fé que os pintos nascessem. Não resultou, mas divertimo-nos sempre. Serão aqueles selvas capazes de se divertir como eu me divertia ? Quem dera sim ...

segunda-feira, agosto 18, 2008

Encontros de verão

Com o vendedor das bolas de berlim da praia
Nunca vou entender o fenómeno das bolas de berlim na praia. Parece que ganham outro sabor. Sabem bem que se fartam. Uma por dia parece-me justo. São eles que o avistam ao longe e fazem tamanho carnaval que o homem corre até nós, não vá qualquer brigada fiscal, do SEF, da ASAE ou de qualquer outra entidade dar pela transação. O azar daquele vendedor brasileiro foi o nome:
- Bom dia senhor
- Uma com creme e duas bolachas americanas se faz favor
- Como é que se chama?
- Oi?
- Ele está a perguntar o seu nome
- Ahhh. Eu me chamo Zé Carlos
- Pumba. Mesmo nas nádegas. Foi ou não foi Zé Carlos?
- Oi?
- PSh Cala-te
- De que eles estão rindo ?
- É um sketch com um personagem chamado zé carlos. O melhor é não ligar. Quanto lhe devo ?
- 4 euros senhor.
- PSh Cala-te
- Mesmo nas nágas. Mascala-te.
- Aqui tem.
- Muito obrigado senhor. Até amanhã.
- Foi ou não foi Zé Carlos ? Psh cala-te.
Curiosamente aquele vendedor nunca mais apareceu por aqueles lados.

Com um miúdo na piscina que foi ver os brinquedos do António
Perante o assédio, o Manel foi fazer guarda aos bonecos e o petiz olhava com um ar guloso para o homem aranha e para o super homem. O António começou logo a juntá-los certificando-se que não sobrava nenhum para brincadeiras com estranhos. O Manel tentou uma jogada mais diplomática:
- Querias brincar com os bonecos?
O miúdo encolhia os ombros por não entender as perguntas.
- Manel, o menino não percebe Português, deixa estar.
- És donde ?
O miúdo entendeu e respondeu:
- España
- Ai é ? Porque não te callas ?
- Manel, vamos ver se o João está no escorrega. Anda.
- Olá. Quiero um vaso de água, por favor. Porque não te callas?
- Maneeeeelll. Anda. Vamos embora.

sexta-feira, agosto 08, 2008

Fim...

... de férias.
Nesta altura já com sabor de fim de festa, tempo para ir a Altura visitar tios e primos, e tempo para ir a um outro Algarve, tão diferente na forma e nos sabores. Cacela a velha, a ria, petiscos na rua, ostras e conquilhas. É deste Algarve que tenho ganas, costas voltadas para aglomerados de cimento pintados a branco com uma muito típica chaminé espetada na tola. E como está caro este Algarve. Por este andar, cheira-me que, para o ano, praia de Algés e geladinhos de gelo que sabem muito bem.

PS. Hoje a dona da Leiraria faz anos. Parabéns Mãe.

terça-feira, agosto 05, 2008

Cócó

Não gosto particularmente de gaivotas. São um bocado porcas, comem lixo, e conseguem voar e evacuar ao mesmo tempo. As gajas são maquiavélicas, nenhum humano consegue voar e evacuar ao mesmo tempo, sobretudo porque o peso das sanitas não ajuda. Mas em compensação conseguimos efectuar actividades muito mais intelectuais.

quarta-feira, julho 30, 2008

Apontamentos

... de férias
1. Os mais velhos sobreviveram à semana de colónia de férias. Vinham com mais anticorpos e envoltos numa nuvem de pó e numa camada de sujidade própria destas coisas. Há um personagem do Charlie Brown que anda sempre com um nuvem de sujidade e mosquitos à volta. Num repente associei-os ao personagem.
2. "O André parece cada vez mais descapotável" ouvi hoje a um habitué aqui das férias. Pois claro que estou. Cortei o cabelo tão rente que até as sobrancelhas estão mais crescidas que o cabelo. É inacreditável conseguir ter as sobrancelhas mais despenteadas que o cabelo, mas é verdade. Estão a precisar de cuidados específicos, ou ainda me chamam de desgrenhado à conta delas.

domingo, julho 27, 2008

Soltas

Samba meu não é o meu disco de eleição, saltei-lhe o concerto. Pela primeira vez, à melhor de três, dou-lhe o espaço de a ver com todas as calmas em DVD no primeiro album, ou no segundo.



quinta-feira, julho 24, 2008

Clandestino


És o MAIOR Manel. Genial teres escondido o TMN Imaginarium na altura da entrega dos telemóveis à chegada ao campo de con... digo... à colónia de férias. Boa conseguires ligar aos pais, Às escondidas, para amainar as (nossas) saudades. Agora atreve-te a seres apanhado, levas com uma toalha molhada que magoa e não deixa marcas. Eh eh eh

quarta-feira, julho 23, 2008

Senhores Monitores e Monitoras

da colónia de férias da catequese, onde deixei os meus filhos mais velhos durante uma semana:
Serve a presente para vos informar de uma série de questões que me parecem importantes esclarecer:
Apesar de eles terem nascido quase há 10 e há 7 anos respectivamente, eles na realidade são muito pequenos e precisam dos mimos do pai, como do ar que respiram. E não coloco o pai com p maiúsculo para não me confundirem com o Pai sobejamente referenciado nas aulas de catequese. Por falar em pai e em Pai, não percebo porque é que lhes retiraram os telemóveis. Apesar de serem bebés, são muito precoces e já sabem atender telemóveis e precisam dos aparelhos para falar ao pai. Isto de regrar a comunicação com o pai é inadmissível. Também estão limitados nas conversas com o Pai? Aposto que não. E porque é que os meninos estão sem telemóveis? Porque não precisam de telemóvel para falar com Ele. Aposto que se o Pai fosse pioneiro da Optimus ou coisa que O valha, os meninos tinham obrigatoriamente que usar telemóvel e que Lhe mandar dezenas de sms’s e mms’s dia. Mas não, o Senhor embirrou que não havia de ter cartão SIM, nem PIN nem PUK e vai daí desata a falar e a ouvir toda a gente ao mesmo tempo, sem que a ANACON possa sequer opinar sobre o tema. Acho injusto e pouco equilibrado. Os meus príncipes precisam muito de mimos do pai (eu !!!) e de brincadeiras palermas, e de beijos antes de adormecerem, e de mimos do pai, e de histórias. Não se esqueçam de os adormecer com histórias. Eles gostam da história do crocodilo do jardim, do menino que queria andar de balão, da menina do trenó com (a)buzinadelas, dos leões que fogem do circo, da rã saltitona muito chata, do elefante distraído, enfim qualquer uma serve desde que tenham uma parte em que uma senhora manda um chapadão ao filho para ele não ser mentiroso. Exemplo para os senhores monitores e senhoras monitoras perceberem: “Os leões fugiram do circo e foram à procura do caminho para a selva. Na cidade escondiam-se atrás dos carros para não serem descobertos. Estava uma senhora com o seu filho a comer um gelado, e o menino viu os sete leões a passar e gritou – Mãe olha sete leões atrás daquele carro. E a mãe PUMBA pregou-lhe um chapadão – Toma que é para não seres mentiroso”. Eles só ouvem as histórias para se rirem muito nesta parte.). Portanto se lhes contarem histórias bíblicas, não se esqueçam sempre da parte do chapadão. É muito importante. E na bíblia até parece ser fácil:
- Ó mãe aquele barbudo multiplicou os papos secos
E a mãe PUMBA. – Toma que é para não seres mentiroso.
Além de histórias, precisam de mimos do pai, e de panquecas de manhã, ou croissants com fiambre. O loiro gosta de torradas com doce de morango mas não pode comê-las ao pé do bochechas porque o bochechas enjoa com o cheiro do doce, dos morangos, dos rebuçados, das pastilhas e da pasta de dentes de criança.
Ficam então estas recomendações e fico à espera de tratamento e atenção dada a todos os pais e Pais. Não sei se referi que eles precisam muito do mimo do pai, e de falar ao telemóvel. Devolvam-lhes os telemóveis se faz favor.
Obrigados.

segunda-feira, julho 21, 2008

Oceanário


Sábado. Mãe feirante no jardim da Parada. O jardim da Maria da Fonte e o paraíso do Manel Maria que em menos de uma hora, vendeu os seus colares e delirou com os lucros aparentemente fáceis. O que o preocupa agora, é a agenda das próximas feiras. A feira prolongou-se pela tarde, levei-os ao fresco do Oceanário. Estava bom para visitas preguiças nas zonas mais frescas. No final da visita, um pequeno auditório mostrava a vida dos oceanos. Correram para a primeira fila e brigaram para se instalar nos melhores lugares. O António sentou-se e disse: "Então agora, quem é que vai buscar as pipocas?".

sexta-feira, julho 18, 2008

Quente e frio

Por vezes, no meu local de trabalho, é isto que existe lá fora. Gosto de sentir o rio por perto, cheira a Lisboa. Cheira à mais moça das Lisboas. Cá dentro no fresco do ar condicionado, vejo nas pessoas, o calor que aperta lá fora. Depois se lhes leio as feições, nas que por aqui andam ao fresco, e nas que por lá andam no sufoco do calor. Sisos e risos. Parece que as pessoas aqui andam com um ar condicionado.

segunda-feira, julho 14, 2008

Éter

Ouvi-a à conversa na rádio sobre a Substância da Vida. Noventa e cinco ponto sete. Gosto de a ouvir falar sobre estes espaços, sobre palavras, sobre imagens, amores e ódios escancarados. Diz coisas bonitas de forma despretensiosa. Ó Laurinda linda linda, é mesmo por isso, vale a pena porque nos coloca uma caneta nas mãos, e o pensamento no que nos rodeia.

"(...)
Como tampouco sabia
que a casa que ele fazia
sendo a sua liberdade
era a sua escravidão
(...)"

O operário em construção
Vinicius de Moraes

domingo, julho 06, 2008

Está tudo ao contrário

(Ou o sol alentejano transforma o cérebro dos homens)

De que falariam(os) cinco homens após uma sardinhada, no meio do Alentejo:
- basicamente tem três funções: pesar, misturar e aquecer
- Mas também tritura ? Tem pás diferentes para misturar e triturar ?
- Não. São as mesmas, regulas as velocidade das pás em função do que precisas. Por exemplo, para a massa de piza, pões as pás a rodarem no sentido inverso para as lâminas não cortarem a massa.
- A lá de casa só roda num sentido.
- Mas tu tens um medelo mais velho que o cagar de cócoras. Este modelo roda nos dois sentidos.
- Mas não leva a piza ao forno?
- Não, forno é forno e isso ela não faz. Mas tem um acessório para cozinhar em vapor lá em cima. Pode fazer sopa no rés do chão e peixe no primeiro andar.
- E que aspecto tem ?
- Parece um copo misturador, mas com um ar mais arraçado.

Digam-me se isto é conversa de gajos ? Expliquem-me que eu não consigo. Um grupo de homens, de copo numa mão, cigarro na outra, à conversa sobre uma máquina de cozinha. E nenhum deles é capaz de dizer algo mais adequado ao contexto:
- Então e faz broches ? É que se não faz, prefiro manter a cozinheira.

quarta-feira, julho 02, 2008

Alguém me arranja um buraco onde eu me possa enfiar ?

Hoje na aula de música do António Maria com os pais a assistirem:

Colega do António, aponta para mim e desata aos berros:
- És careca, és careca, és careca
Eu, ainda meio extasiado com os problemas de visão da petiz, suficientemente baixo para ela não ouvir, suficientemente alto para as pessoas ao meu lado ouvirem:
- Vê lá, vê lá miúda, ainda te sujeitas a levar com a máquina fotográfica nos cornos
O senhor ao meu lado, dirigindo-se para ela:
- Ó filha isso não se chama ao Pai do António
Eu a imaginar a minha próxima deixa:
- Cornos no bom sentido. Como os touros, cheios de raça e de bravura. Eu pelo sim pelo não levava-a ao oftalmologista, a menina não deve andar a ver bem.

quinta-feira, junho 26, 2008

A Raínha...

... lá de casa faz anos hoje. A coisa genericamente agrada-me porque até final de Agosto temos a mesma idade e não há cá espaço para a piada absurda de "eu sou muito mais nova que tu". Neste caso em particular, e desde Agosto último, que a piada agudizou-se com a tónica na diferença na década "eu ainda tenho trintas e tu, lamento informar-te, já tens quarenta".
Mas como diz o povo, "Deus escreve directo, por trás das portas", eis que, quando acordo, se me deparo com uma mulher de quarenta anos na minha cama. Parece em tudo igualinha à tal dos trintas com quem me deitei, mas a bem a bem, é uma mulher de quarenta. Já avisámos os Marias que a canção oficial de verão é a Ternura dos Quarenta do Paco Bandeira e que, agora que os pais são, em conjunto, octogenários, eles vão ter que se dotar de uma imensa paciência e ser muito, mas muito bem comportados.
Baldas generalizadas a empregos e escolas, programas de família e verão sem horários e eis-nos regressados, cansados, sorridentes e ligeiramente dourados, a casa. Um regresso a umas horas mais ou menos tardias, que, já se sabe, a idade não ajuda. Parabéns Rainha.

Nota do Autor: Desde já aviso os leitores deste blog que, depois da festa de finalistas do João Maria, que acabou com duas dezenas de miudos de 10 anos a chorar por sairem da escola, a lamechice está esgotada e banida por estes lados até 2012.