terça-feira, junho 15, 2004

Regressos

Um dia partiu e voltou a dar. Partir e voltar a dar. Partir e voltar sem nunca partir. Sem abandonar. 100 abandonada. 100nada.
Descubra as diferenças.

segunda-feira, junho 14, 2004

Cuspir na Sopa

Aqui na cantina ao lado da minha secretária, alguém diz (de boca cheia claro está):
- O que é que estás a implicar com o meu comer?
Será difícil entender que "Comer" é um verbo, não é um substantivo. Digam "comida"!
Prontos... agora que já escrevestes o que pensastes, cala-te e trabalha.

Resultados Eleitorais

Partidos Quadrados - sempre iguais que não trazem emoção à política, nem escândalos, nem cenas de pancadaria ou fugas para o brasil - 10 deputados
Partidos de Geometria Variável - animados, recheadinhos de intrigas, mais atabalhoados que a própria renda de Bilros, responsáveis por garantir algum interesse à política - 14 deputados
Viva Portugal.

domingo, junho 13, 2004

Santo António

Ainda não te ofereci, não porque não me viesse à memória, mas com a viagem e o calor e mais uma viagem do carro ao 3º andar, não me estava de todo a apetecer. Adiei.
Por enquanto vai um virtual.

Com quadra e tudo pois claro
"Lá vai a menina barriga
a mais linda da cidade
Vai ser menino ou menina?
que importa? é felicidade"

Não cheirar este post que murcha. Pouse a mão e depois cheire a mão. Regar todos os dias mas não directamente sobre a terra.

Para onde vais?

Vou à festa


De onde vens ?
Venho da festa

O meu Sábado foi mais ou menos assim. Fui ver os moços jogar à bola. Vim da festa de humores trocados.
Valeu pela visita (rápida) ao Porto. E que bem lhe ficam as bandeiras nas janelas. Fui ao cais de Gaia ver a Ribeira de frente, e fui a pé desde o Dragão até à Trindade. Antes de lhe voltar costas ainda fui à Foz. Estava coberta de nevoeiro. Um D. Sebastião não sei se dava jeito, mas uma alminha nova para a selecção, não tenho a menor dúvida.
Ó carago joguem à bola rapazes.

sexta-feira, junho 11, 2004

Euro

... indo eu indo eu
a caminho do Dragão.
Preciso de saber o melhor local para estacionar e a melhor forma de chegar ao Murcódromo.

quinta-feira, junho 10, 2004

A maioria

dos partidos políticos deu por terminada a campanha eleitoral na sequência da morte do cabeça de lista do Partido Socialista. De forma velada pareceu-me mais um caso típico da passagem de "besta a bestial", característicos nestas circunstâncias. Lamentável mas compreensível.
A bem da verdade esta campanha começou mal e acabou ainda pior. Mal se deu por ela e quando deu nas vistas aconteceu pelos piores motivos. Uma sequência de insultos, poucas e fracas ideias, nenhuma alegria. Os principais partidos a reclamarem a maternidade da categoria e a negarem a paternidade ao défice.
Pela primeira vez (talvez a segunda, não me lembro a que dia da semana morreu Sá Carneiro) vamos ter 11 dias de má campanha e quatro dias de reflexão. Com tanto tempo para reflectir, talvez o resultado seja decente.

quarta-feira, junho 09, 2004

Ora Bolas

Erro no Blogger.
"Error
We apologize for the inconvenience, but we are unable to process your
request at this time. Our engineers have been notified of this problem and
will work to resolve it."
Se avisaram os engenheiros, estou muito mais descansado.

terça-feira, junho 08, 2004

Juntemo-nos à onda ...

Tem graça ...

... não consigo trabalhar e ouvir um relato de futebol ao mesmo tempo.
As esperanças perdem contra a Suécia e se assim continuar já não vão aos jogos olímpicos. Se fossem podiam levar até 3 jogadores mais velhos. Há quem diga que o Vítor Baía seria um deles, com o azar que ele tem tido este ano, o resultado, a mudar, é para 2 a zero a favor da Suécia. Tomara que não.
E isto não vira. Raios partam.
Mas porque é que não consigo trabalhar enquanto ouço o relato? Será que estou com o síndroma da Britney Spears que não consegue cantar e dançar ao mesmo tempo? Ai a minha vida.
Olha. PENALTY. Penalty a favor de Portugal. Olé olé olé olé. Lá vai o Baía para a Grécia. Prepara-te Vitinho que ainda vais aos Jogos Olímpicos. O Carlos Lopes também já não ía para novo quando ganhou a medalha na Maratona. Gooooooooolllllooooooooooooooooooo. Um a um.

No país das maravilhas ...

Estadia de uma semana completa para a raínha e os príncipes em São Martinho. Tive que interromper o meu descanso com dois dias de trabalho. A mim parece-me que os deixei no país das maravilhas. A comprovar a minha convicção, a frase que ouvi ontem pouco antes de sair:
- O João Maria não pode vir ao telefone, porque está no jardim com o avô a preparar as ratoeiras para apanhar elefantes durante a noite.

segunda-feira, junho 07, 2004

Oeiras

Tem feriado municipal hoje. E está-me a saber muito bem. Quando calhar a um fim de semana... viva o Santo António.

domingo, junho 06, 2004

Rock In Rio - Represas

Estive agora mesmo a ver o concerto do Luís Represas pela televisão. Seria um grande concerto se não fosse igualzinho ao de há sete ou oito anos atrás no CCB.
Homem acorda, que não é por aí. Desde o primeiro disco a solo que nada muda na tua música. Fórmula gasta, estás a ficar monótono e previsível. Até os arranjos das músicas são os mesmos. Chatalhão.

sábado, junho 05, 2004

Paradoxo

Não escrevi nada durante o dia de ontem e estou cansado com o frenesim na Caixa de Costura. Tudo de pernas para o ar. Olha para isto, quem é que andou a misturar estas linhas? Os alfinetes todos espalhados. Que confusão. Ai ! Merda piquei-me.

quinta-feira, junho 03, 2004

Quotas

Ora aqui está uma boa notícia "Defendidas quotas para travar entrada de mulheres nos cursos de Medicina". A Carlota e a Gotinha já a comentaram, se bem que a primeira diga que nem tem comentários a fazer(a verdade é que os comentários do blogger são tão mauzinhos que é quase o mesmo que não ter).
Toda a nossa cultura se baseia na existência de uma clara maioria de homens no exercício da nobre profissão de medicina. Sempre se brincou aos médicos, nunca ás médicas. E depois as enfermeiras vão-se embrulhar com quem? Com os seguranças dos hospitais? Com os convalescentes? Haja paciência.
Ainda por cima a média de entrada em medicina neste país é pornográfica. É preciso estar horas e horas fechado em casa a olhar para manuais de biologia, química e matemática para atingir os 19,9 necessários.
Qual é o rapaz de 18 anos que consegue estar mais que duas horas fechado em casa ? Nenhum. A menos que esteja em regime de prisão domiciliária. Resultado: os cursos de medicina estão repletos de raparigas que conhecem os nomes de tudo o que é orgão do nosso corpo, mas que não sabem fazer um bife com ovo a cavalo nem passar uma camisa. Sabem cozer mas as roupas ficam com cicatrizes. A vida sexual destas moças acaba sempre em tragédia porque aproveitam a primeira vez que estão em contacto directo com um orgão do corpo humano masculino para lhe fazer um exame científico mas muito constrangedor.
Qualquer dia, até na tropa vamos encontrar mulheres, ou na política. Alguém imagina o que é ter um primeiro ministro mulher. Pior ainda: uma ministra das finanças.
Se a minha mulher apanha este post não me deixa entrar em casa. Se a Carlota apanha este post não me deixa entrar no emprego. Ou dá-me uma tareia e vou parar ao hospital, e a probabilidade de ser examinado por uma mulher é altíssima. Ai Jesus. Socorro. Quero a minha mãe. Quer dizer. Quero o meu pai.

17º Lugar

"Portugueses são dos mais pobres da Europa. A riqueza por habitante em
Portugal é 17ª da UE 25"
Esta lista ordena os países pelo valor da riqueza por habitante. O que na
realidade se passa, é que os portugueses não se apegam aos bens materiais e
não acomulam riqueza, oferecem tudo uns aos outros. A nossa riqueza está no
Fado, em Fátima (na da Cova de Eiria e na Felgueiras) e no Futebol. Que
análise tendenciosa.

quarta-feira, junho 02, 2004

Papo Seco

Nos festejos do oitavo aniversário da boda aparece um peixe dentro de um enorme pão. Não vos apoquentais almas inquietas, que não me refiro a práticas sexuais que envolvem gastronomia requintada, mas sim ao prato escolhido pelo casal que jantava na mesa à nossa frente. Um peixe no forno que em vez de ser envolto em cebola, ou num monte de sal, estava dentro de um pão. Perguntei ao senhor que nos servia, como é que se fazia tal iguaria e parece simples. Faz-se a massa do pão e envolve-se o peixe inteiro e cru na dita. Forno muito quente durante meia hora "et voilá".
Sal na massa do pão e sal no peixe?
Fermento na massa do pão?
O peixe escama-se ou nem por isso (como no peixe ao sal)?
Tantas dúvidas por esclarecer. Tenho a certeza que daqui a 10 peixes e 5 quilos de massa de pão vou obter todas as respostas.
Até lá sempre se podem comer sardinhas no pão que, no fundo, é praticamente a mesma coisa.

Regresso

" Eu não disse?
Eu avisei que voltava. Não disse foi quando.
Serve então este post para dizer que voltei.
E estou contente :)))) "
E eu também, acrescento.
Afinal quem foi que voltou ?

Dia da Criança

Nada que não estivessemos à espera. Hoje a criançada estava coberta por camadas e camadas de sono, birras, choros e más disposições. Corolário do esticar do Dia da Criança até quase à meia noite. Ingratos.
Os festejos do aniversário de casamento foram antecipados para a véspera para que pudéssemos passar com eles o tal do Dia da Criança.
A feira popular foi a primeira ideia, mas ao que parece já não existe. E eu que gostava tanto daquela decadência. Sobretudo do carrocel dos póneis que se arrastavam com criancinhas ás costas e sujavam os pés dos pais com as mais básicas necessidades. O tratador dos pobres animais lá andava com uma vassoura, uma pá e um balde de serradura a tentar minimizar os estragos. Mais decadente que a feira popular só mesmo uma ida ao circo.
Não havendo feira optou-se por ir ao playcenter do Colombo. Uma versão moderna e atabalhuada da feira. Mas sem metade da graça. Eles nem notam a diferença.
Enfim, o resultado acabou por ser muita brincadeira, fast food e um despertar difícil hoje pela manhã. Da próxima, e para facilitar o arranque do dia seguinte, escolho muita food e fast brincadeira.

segunda-feira, maio 31, 2004

Amanhã

... faço 8 anos de casado. Curiosamente, aquela rapariga que deixa aqui uns comentários de vez em quando, também faz os 8 anos de casada. Ele há com cada coincidência.
Estou a falar da moça que vende bimbys aqui na caixa de costura e que promove reuniões de tupperware "nas alfinetadas" com as amigas. Acho que a conheço dalgum lado, aquela cara não me é nada estranha.

Há oito anos quase chorei quando ela entrou na igreja. Não sei se de felicidade, se de alergia aos cavalos, já que chegou de charrete.
Foi um dia à velocidade da luz, com tanta coisa ao mesmo tempo, e tudo a convergir assim para os sorrisos de felicidade.
Estou bem capaz de renovar por mais umas épocas.