2003
Agora que eu começava a ganhar alguma simpatia pelo rapaz, ele resolve sair de cena. Tempo de balanços. Escuso-me que balançar enjoa. Aposto que o próximo é par, e bisexto e cheio de peneiras. Só falta estar convencido que é o ano da retoma, já que os antecessores foram mais do "toma que é para aprenderes" (parece texto de revista popular). Tenho tantos desejos para este, e não vou dizê-los agora. Alguns, à medida que forem acontecendo ou esmurecendo, vou deixando aqui pela Caixa. Bom Ano Novo.
quarta-feira, dezembro 31, 2003
sexta-feira, dezembro 26, 2003
A PSP
... parte para o iraque já em Janeiro. Começo a desconfiar que preparamos a transferência de Portugal para aquelas bandas. Os Israelitas fizeram algo semelhante e a coisa não parece ser nada fácil. Mais a mais acabei de mudar de casa e não tenciono repetir a graça na próxima década. A como está o metro quadrado numa zona classe média em Bagdad?
... parte para o iraque já em Janeiro. Começo a desconfiar que preparamos a transferência de Portugal para aquelas bandas. Os Israelitas fizeram algo semelhante e a coisa não parece ser nada fácil. Mais a mais acabei de mudar de casa e não tenciono repetir a graça na próxima década. A como está o metro quadrado numa zona classe média em Bagdad?
terça-feira, dezembro 23, 2003
segunda-feira, dezembro 22, 2003
Protestos estudantis
... na Alemanha, a propósito dos cortes orçamentais para a educação.
Trazidos pela "Semana em Imagens" na página da SIC com o seguinte comentário:
"De recordar que por cá a política educativa também é contestada..."
Não tenho nada a acrescentar sobre o assunto...
Bem, talvez acrescente.
E se a moda pega, e o governo resolver cortar nos gastos da RTP.
A propósito. O preço certo em euros da RTP 1 é apresentado por quem?
Ai meu Deus que horror. Acho que vou apagar este post.
... na Alemanha, a propósito dos cortes orçamentais para a educação.
Trazidos pela "Semana em Imagens" na página da SIC com o seguinte comentário:
"De recordar que por cá a política educativa também é contestada..."
Não tenho nada a acrescentar sobre o assunto...
Bem, talvez acrescente.
E se a moda pega, e o governo resolver cortar nos gastos da RTP.
A propósito. O preço certo em euros da RTP 1 é apresentado por quem?
Ai meu Deus que horror. Acho que vou apagar este post.
domingo, dezembro 21, 2003
O fim do mundo ...
... deve estar mesmo para breve. À saída de um intervalo da operação triunfo, passei pela SIC e deparei-me com o José Cid aos berros no meio de uma pista de circo montado num cavalo branco. Agora não sei se hei-de voltar para a OT, ou em alternativa, ficar na expectativa de ver o Joel Branco a na jaula dos leões a cantar-lhes "O mundo é uma bola de algodão, que está na nossa mão ...." ou o Vitor Espadinha no trapézio "Sim eu sei... que tudo são recordações" ou ainda a Mara Abrantes a rodopiar suspença pela trança "Diga em que dia em que mês voçê nasceu, para ver se o seu signo combina com o meu e o meu coração será seu".
... deve estar mesmo para breve. À saída de um intervalo da operação triunfo, passei pela SIC e deparei-me com o José Cid aos berros no meio de uma pista de circo montado num cavalo branco. Agora não sei se hei-de voltar para a OT, ou em alternativa, ficar na expectativa de ver o Joel Branco a na jaula dos leões a cantar-lhes "O mundo é uma bola de algodão, que está na nossa mão ...." ou o Vitor Espadinha no trapézio "Sim eu sei... que tudo são recordações" ou ainda a Mara Abrantes a rodopiar suspença pela trança "Diga em que dia em que mês voçê nasceu, para ver se o seu signo combina com o meu e o meu coração será seu".
sexta-feira, dezembro 19, 2003
Lisboa
A cidade voltou a velar-se em névoa, disfarçam-se os cansaços. Vizinha de fim de semana e deixa-se confundir nas nuvens e no rio. Por dentro, traçam-se contornos de luz geométricos, paralelos nos carris dos eléctricos e nas janelas feitas molduras. Os reflexos. Garante de formosura ao reflectido. Maluda também nos disse. Diz-lhe espelho meu, que não existe cidade mais bonita. Quando não se lhe vê a imensidão, torna-se mais aldeia. Quase aposto, que ainda há uma vizinha a emprestar um raminho de salsa à mais descuidada. E roupa pendurada junto às ruas.
A cidade voltou a velar-se em névoa, disfarçam-se os cansaços. Vizinha de fim de semana e deixa-se confundir nas nuvens e no rio. Por dentro, traçam-se contornos de luz geométricos, paralelos nos carris dos eléctricos e nas janelas feitas molduras. Os reflexos. Garante de formosura ao reflectido. Maluda também nos disse. Diz-lhe espelho meu, que não existe cidade mais bonita. Quando não se lhe vê a imensidão, torna-se mais aldeia. Quase aposto, que ainda há uma vizinha a emprestar um raminho de salsa à mais descuidada. E roupa pendurada junto às ruas.
terça-feira, dezembro 16, 2003
Medicina do Trabalho
Dez e meia da manhã. Hora marcada para mais uma sessão de medicina do trabalho. Para que o processo seja mais expedito, a empresa resolveu improvisar duas salas de consultório em salas de reuniões. Assim que bato à porta recebo de uma técnica de saúde, uma caixinha com um frasquinho de plástico lá dentro:
“Vamos recolher um bocadinho de urina, sim ?”. A frase pareceu-me estranha. Vamos recolher não significa uma actividade a dois em que ela recolhesse a minha urina, nem duas actividades a um em que cada um de nós ia com o seu frasquinho recolher a própria urina. “Vamos recolher um bocadinho de urina, sim ?” significa “Eu fico aqui sentada à espera e tu vais recolher o teu bocadinho de urina”.
Até aí tudo bem, pareceu-me a hipótese mais sensata. O problema foi que eu tinha antecipado a necessidade da dita recolha, e portanto desde as 7:30 que não dava alívio à bexiga. Devia precisar de uns 37 frasquinhos daqueles para o que ia na bexiga. Como a senhora não me pareceu muito interessada em dar-me 37 frasquinhos, lá fui eu com a minha dúvida existencial. Que tinha que praticar o urinar interrompido, não havia dúvidas, a questão prendia-se do timing da interrupção. Logo ao início para despachar a questão, lá para o meio para aliviar a pressão incial mas tendo que interromper duas vezes, ou tentar acertar só no fim porque é mais fácil mas correndo o risco de já não ter nada para despejar no frasco. No meio é que está a virtude e vai disto. Interrupção aos 5 segundos de jogo. “Ai Jesus que isto é muito pior do que parece”. Lá consegui. Agora muito devagarinho para dentro do frasco. Isso. Nova interrupção. Não fui feito para isto. E já me estou a contorcer todo. Pousar o frasco no autoclismo, acabar o processo muito mais descansado. Puxar o autoclismo e fechar o frasco.
A alavanca do autoclismo estava mal colocada, e acabo por pregar uma estalada no frasco que caiu aberto no chão. Porra e agora? O chão está uma vergonha, a mulher está lá fora à minha espera e eu não tenho nada para lhe entregar. E não estamos a falar de recolha de esperma em que é suficiente uma desculpa do tipo, “Olhe não consegui nada, paciência, fica para a próxima”. Limpo o chão com as tolhas de papel das mãos e ainda pensei expreme-las para o frasco, mas ainda acusava a presença de detergente ou algo semelhante.
Entra um colega do marketing da empresa. Olha que se lixe, não há-de ser nada:
“Desculpa lá, estou aqui numa embrulhada. Não me emprestas um bocado da tua urina?” A reacção foi mais natural do que eu podia pensar, e a cultura de empresa é um conceito muito mais lato do que eu esperava.
O exame à urina acusou um valor elevadíssimo de ácido úrico e parece que o colega do marketing deve evitar o marisco e a cerveja entre outras dezenas de alimentos. Não sei se lhe dê as boas novas.
Dez e meia da manhã. Hora marcada para mais uma sessão de medicina do trabalho. Para que o processo seja mais expedito, a empresa resolveu improvisar duas salas de consultório em salas de reuniões. Assim que bato à porta recebo de uma técnica de saúde, uma caixinha com um frasquinho de plástico lá dentro:
“Vamos recolher um bocadinho de urina, sim ?”. A frase pareceu-me estranha. Vamos recolher não significa uma actividade a dois em que ela recolhesse a minha urina, nem duas actividades a um em que cada um de nós ia com o seu frasquinho recolher a própria urina. “Vamos recolher um bocadinho de urina, sim ?” significa “Eu fico aqui sentada à espera e tu vais recolher o teu bocadinho de urina”.
Até aí tudo bem, pareceu-me a hipótese mais sensata. O problema foi que eu tinha antecipado a necessidade da dita recolha, e portanto desde as 7:30 que não dava alívio à bexiga. Devia precisar de uns 37 frasquinhos daqueles para o que ia na bexiga. Como a senhora não me pareceu muito interessada em dar-me 37 frasquinhos, lá fui eu com a minha dúvida existencial. Que tinha que praticar o urinar interrompido, não havia dúvidas, a questão prendia-se do timing da interrupção. Logo ao início para despachar a questão, lá para o meio para aliviar a pressão incial mas tendo que interromper duas vezes, ou tentar acertar só no fim porque é mais fácil mas correndo o risco de já não ter nada para despejar no frasco. No meio é que está a virtude e vai disto. Interrupção aos 5 segundos de jogo. “Ai Jesus que isto é muito pior do que parece”. Lá consegui. Agora muito devagarinho para dentro do frasco. Isso. Nova interrupção. Não fui feito para isto. E já me estou a contorcer todo. Pousar o frasco no autoclismo, acabar o processo muito mais descansado. Puxar o autoclismo e fechar o frasco.
A alavanca do autoclismo estava mal colocada, e acabo por pregar uma estalada no frasco que caiu aberto no chão. Porra e agora? O chão está uma vergonha, a mulher está lá fora à minha espera e eu não tenho nada para lhe entregar. E não estamos a falar de recolha de esperma em que é suficiente uma desculpa do tipo, “Olhe não consegui nada, paciência, fica para a próxima”. Limpo o chão com as tolhas de papel das mãos e ainda pensei expreme-las para o frasco, mas ainda acusava a presença de detergente ou algo semelhante.
Entra um colega do marketing da empresa. Olha que se lixe, não há-de ser nada:
“Desculpa lá, estou aqui numa embrulhada. Não me emprestas um bocado da tua urina?” A reacção foi mais natural do que eu podia pensar, e a cultura de empresa é um conceito muito mais lato do que eu esperava.
O exame à urina acusou um valor elevadíssimo de ácido úrico e parece que o colega do marketing deve evitar o marisco e a cerveja entre outras dezenas de alimentos. Não sei se lhe dê as boas novas.
TSF
Idas e vindas para o local dos afazeres. Tantas vezes a mesma companhia. Telefonia sem fios. Telefonia sem fim. Tempo sem fim. Na partida e no regresso, a mesma sabedoria, ora em sinais, ora em entrevistas. Os sinais de ontem falaram sobre o Sadam. As barbas que escondiam o gasto ditador, tão longe do simbolismo que as barbas têm. O respeito, a sabedoria, um ancião cheio de saber de vida. Nada disto nas barbas de um ás de espadas fora do baralho. Pensei nos baralhos, que por vezes têm Jokers. A ser verdade, neste baralho, há dois. Bush e Blair.
No regresso a entrevista com Adriana Lisboa. Escritora carioca. Prémio José Saramago. No percurso musical, a flauta transversal atravessou-se no emaranhado das letras e palavras que ela trasnforma com simplicidade.
Idas e vindas para o local dos afazeres. Tantas vezes a mesma companhia. Telefonia sem fios. Telefonia sem fim. Tempo sem fim. Na partida e no regresso, a mesma sabedoria, ora em sinais, ora em entrevistas. Os sinais de ontem falaram sobre o Sadam. As barbas que escondiam o gasto ditador, tão longe do simbolismo que as barbas têm. O respeito, a sabedoria, um ancião cheio de saber de vida. Nada disto nas barbas de um ás de espadas fora do baralho. Pensei nos baralhos, que por vezes têm Jokers. A ser verdade, neste baralho, há dois. Bush e Blair.
No regresso a entrevista com Adriana Lisboa. Escritora carioca. Prémio José Saramago. No percurso musical, a flauta transversal atravessou-se no emaranhado das letras e palavras que ela trasnforma com simplicidade.
segunda-feira, dezembro 15, 2003
Natal
Ouve-se tantas vezes "Natal é quando um homem quiser, como diz o Poeta". Para sabermos do que falamaos aqui está. O Poeta é o José Carlos Ary dos Santos, e o poema é este:
Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão
E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitros de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e combóios de luar
E mentes ao teu filho por não os poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão
E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
Ouve-se tantas vezes "Natal é quando um homem quiser, como diz o Poeta". Para sabermos do que falamaos aqui está. O Poeta é o José Carlos Ary dos Santos, e o poema é este:
Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão
E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitros de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e combóios de luar
E mentes ao teu filho por não os poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão
E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
domingo, dezembro 14, 2003
Por vezes
... tudo pára numa canção. É invulgar dar-se o corpo a desvaneios e a alma ao infinito. A canção toma-nos os sentidos e faz-nos dela como se não soubessemos em que escala vamos parar. Cantá-la e ouvi-la é tudo o mesmo e se eu pudesse tocá-la, era assim mesmo transbordante. E quando se ouve de novo, não é só a cadência, as notas que se refaz em nós. Tudo o que ela fez sentir, nem que duma ténue sensação, vem da pauta à voz, do refrão ao suspiro do ultimo verso. Há algumas assim. Felizmente.
... tudo pára numa canção. É invulgar dar-se o corpo a desvaneios e a alma ao infinito. A canção toma-nos os sentidos e faz-nos dela como se não soubessemos em que escala vamos parar. Cantá-la e ouvi-la é tudo o mesmo e se eu pudesse tocá-la, era assim mesmo transbordante. E quando se ouve de novo, não é só a cadência, as notas que se refaz em nós. Tudo o que ela fez sentir, nem que duma ténue sensação, vem da pauta à voz, do refrão ao suspiro do ultimo verso. Há algumas assim. Felizmente.
sexta-feira, dezembro 12, 2003
Fora de Horas
Ao princípio nem a via. Lisboa estava envolta em nevoeiro. Deixo-os para trás. Já o sol ia pelo menos um palmo acima da linha do horizonte, ainda a lua se passeava descarada no céu.
Esta miúda anda a fazer uns horários pouco próprios. A que horas é que ela pensa iluminar os amores nos outros lados do mundo?
Ao princípio nem a via. Lisboa estava envolta em nevoeiro. Deixo-os para trás. Já o sol ia pelo menos um palmo acima da linha do horizonte, ainda a lua se passeava descarada no céu.
Esta miúda anda a fazer uns horários pouco próprios. A que horas é que ela pensa iluminar os amores nos outros lados do mundo?
quinta-feira, dezembro 11, 2003
Shot Televisivo
Pasme-se o que aconteceu ontem entre as 11 e a meia noite. Podia ficar uma semana a ver televisão e dificilmente conseguia ver tantas coisas boas e invulgares. Fiquei zonzo, bêbado de emoções, zap zap zap zap.
O Jorge Palma canta sóbrio no primeiro, e envia uma mensagem de Natal (estaria mesmo sóbrio ?). Até penteado o homem estava. Essa miúda é um exagero, prende-se à mente e põe-se a falar ...
Na SIC mulher o Nuno Markl fala sobre a sua vida, e confessa a sua admiração pelo Guia Galáctico do Pendura. Acho que é dos poucos que duvida que o relógio digital foi uma boa invenção.
No GNT, Ana Carolina canta ao som de isqueiros e fala com o Jô Soares. Aquele gordo sabe entrevistar, não tem o péssimo hábito de interromper os convidados, deixa-os fluir. Ana Carolina canta grosso mas bem. Com o Chico Buarque tiram o par ou impar das letras de palavras e frases. Par é ímpar e ímpar também. Par e ímpar é par.
Pasme-se o que aconteceu ontem entre as 11 e a meia noite. Podia ficar uma semana a ver televisão e dificilmente conseguia ver tantas coisas boas e invulgares. Fiquei zonzo, bêbado de emoções, zap zap zap zap.
O Jorge Palma canta sóbrio no primeiro, e envia uma mensagem de Natal (estaria mesmo sóbrio ?). Até penteado o homem estava. Essa miúda é um exagero, prende-se à mente e põe-se a falar ...
Na SIC mulher o Nuno Markl fala sobre a sua vida, e confessa a sua admiração pelo Guia Galáctico do Pendura. Acho que é dos poucos que duvida que o relógio digital foi uma boa invenção.
No GNT, Ana Carolina canta ao som de isqueiros e fala com o Jô Soares. Aquele gordo sabe entrevistar, não tem o péssimo hábito de interromper os convidados, deixa-os fluir. Ana Carolina canta grosso mas bem. Com o Chico Buarque tiram o par ou impar das letras de palavras e frases. Par é ímpar e ímpar também. Par e ímpar é par.
quarta-feira, dezembro 10, 2003
Volta...
não volta, vêm parar aqui à caixa pessoas desorientadas que ao pesquisarem as palavras Bey Blade são direccionadas para este site. Ora uma das coisas mais irritantes nos motores de busca é enviarem-nos para páginas que nada têm a ver com o que procuramos. Um dia, à procura de golfinhos do Sado, fui parar a sites de sadomasoquismo. Ainda há quem não acredite nesta versão.
1. Se alguém vier aqui parar à procura de bey blade siga viagem para BEY BLADE
2. Se veio aqui parar, por pesquisar o termo sadomasoquismo. Fez muito bem. É aqui mesmo. Aguarde só um momento que eu já chamo uma das nossas assistentes dominadoras para o atender.
3. Se veio para aqui propositadamente. Pegue na linha e agulha e ajude-me aqui nas baínhas.
4. Se nenhuma das anteriores, olhe também lhe digo que não é o pior dos sítios para ir parar. Podia ser bem pior. Volte sempre.
não volta, vêm parar aqui à caixa pessoas desorientadas que ao pesquisarem as palavras Bey Blade são direccionadas para este site. Ora uma das coisas mais irritantes nos motores de busca é enviarem-nos para páginas que nada têm a ver com o que procuramos. Um dia, à procura de golfinhos do Sado, fui parar a sites de sadomasoquismo. Ainda há quem não acredite nesta versão.
1. Se alguém vier aqui parar à procura de bey blade siga viagem para BEY BLADE
2. Se veio aqui parar, por pesquisar o termo sadomasoquismo. Fez muito bem. É aqui mesmo. Aguarde só um momento que eu já chamo uma das nossas assistentes dominadoras para o atender.
3. Se veio para aqui propositadamente. Pegue na linha e agulha e ajude-me aqui nas baínhas.
4. Se nenhuma das anteriores, olhe também lhe digo que não é o pior dos sítios para ir parar. Podia ser bem pior. Volte sempre.
terça-feira, dezembro 09, 2003
Estádio
Virámos o relógio para a parede. Pusémos de castigo as horas de ires para a cama. Fomos às caixas dos brinquedos buscar o estádio da Lego.
Ao contrário dos outros estádios do Euro, começámos pelo relvado, depois as balizas e guarda redes, a bancada e por fim os jogadores e a bola. Ficaste com os vermelhos e eu com os verdes. Deve ter sido por isso que não joguei grande espingarda. Perdi 10 a 6 e foste para a cama com um sorriso vitorioso. Ainda tiveste tempo para mais um desarme: "Não fiques triste pai. Jogar é que é bom. Pode ser que ganhes amanhã." . Não sei quem é que lhe ensina estas lamechices.
Virámos o relógio para a parede. Pusémos de castigo as horas de ires para a cama. Fomos às caixas dos brinquedos buscar o estádio da Lego.
Ao contrário dos outros estádios do Euro, começámos pelo relvado, depois as balizas e guarda redes, a bancada e por fim os jogadores e a bola. Ficaste com os vermelhos e eu com os verdes. Deve ter sido por isso que não joguei grande espingarda. Perdi 10 a 6 e foste para a cama com um sorriso vitorioso. Ainda tiveste tempo para mais um desarme: "Não fiques triste pai. Jogar é que é bom. Pode ser que ganhes amanhã." . Não sei quem é que lhe ensina estas lamechices.
Rubén Gonzáles
deixou de tocar por estes lados. Foi para salões maiores onde o tempo para o ouvir é infindável. Ouvi-o já tão tarde, e sobrava ritmo, emoção e magia.
Aos anjos mais modernaços, um conselho. Arranjem uns pianos e dêem um intervalo às arpas. É que o velho que está aí a chegar é um mestre do Jazz Latino e o paraíso com uma outra sonoridade, não sei, a mim parecia-me mais atraente.
deixou de tocar por estes lados. Foi para salões maiores onde o tempo para o ouvir é infindável. Ouvi-o já tão tarde, e sobrava ritmo, emoção e magia.
Aos anjos mais modernaços, um conselho. Arranjem uns pianos e dêem um intervalo às arpas. É que o velho que está aí a chegar é um mestre do Jazz Latino e o paraíso com uma outra sonoridade, não sei, a mim parecia-me mais atraente.
segunda-feira, dezembro 08, 2003
Neste Natal ...
ofereça um blog aos amigos e família. Há-os para todos os gostos e feitios. Se não esgotarem vou oferecer estes:
quarto_crescente.blogspot.com um blog em forma de lua (necessita de 2 pilhas AA não incluídas)
o_meu_ultimo_sonho.blogspot.com (um blog para quem tem dificuldade em lembrar-se dos sonhos, inclui artigos como a queda interminável e a fuga sem qualquer hipótese de vir a ser bem sucedida)
musica_de_encantar.blogspot.com (blog surround 5.1)
perlimpimpim.blogspot.com (blog de magia, o primeiro de 100 passos para se envolver com uma famosa modelo ou participar na festa do próximos estádio do dragão)
nuvem_algodão_doce.blogspot.com (algodão doce para diabéticos em barras de blog)
(versões em português também disponíveis para todos os modelos).
ofereça um blog aos amigos e família. Há-os para todos os gostos e feitios. Se não esgotarem vou oferecer estes:
quarto_crescente.blogspot.com um blog em forma de lua (necessita de 2 pilhas AA não incluídas)
o_meu_ultimo_sonho.blogspot.com (um blog para quem tem dificuldade em lembrar-se dos sonhos, inclui artigos como a queda interminável e a fuga sem qualquer hipótese de vir a ser bem sucedida)
musica_de_encantar.blogspot.com (blog surround 5.1)
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